Os 12 itens do pré-voo e os 9 do pós-voo, com o motivo de cada um. É a mesma lista que roda dentro do DroneDocs — aqui, aberta, pra você usar do jeito que quiser.
Esta lista no seu celular, com histórico. Cada voo fica registrado com data, local e aeronave — e vira prova se alguém perguntar depois.
Criar minha contaSARPAS aprovado para aquele voo, SISANT do drone válido e seguro vigente. É o item que não se resolve no campo: se faltar, o voo já começou irregular.
Olhe as laterais e o fundo de cada bateria. Bateria estufada não voa — ela perde tensão de repente em pleno ar, e a queda não dá aviso.
Passe o dedo na borda de cada pá. Trinca fina vira quebra quando o motor acelera, e hélice quebrada em voo derruba o drone em segundos.
Chegar ao local, levantar voo e descobrir que o cartão está cheio é perder a janela de luz — e às vezes o cliente.
Atualize em casa, no wi-fi. Atualização que começa no campo pode travar o drone no meio do processo e inutilizar o dia.
Especialmente se você mudou de cidade ou está perto de estrutura metálica. Bússola errada manda o drone embora na direção errada no retorno automático.
Olhe o que existe em volta antes de sair de casa. É onde se descobre que aquele parque bonito fica dentro de uma zona de aeródromo.
Consultar no AISWEB →Vento, chuva e visibilidade — e o vento na altura em que você vai voar, que é bem diferente do que você sente no chão.
Ver no REDEMET →Confirme que o ponto de retorno é onde você está, e ajuste a altura de RTH acima do obstáculo mais alto do local. O drone volta em linha reta: se houver um prédio no caminho, ele não desvia.
Olhe o entorno e escolha de onde vai decolar. Pessoa que não participa da operação não pode estar embaixo da rota.
O drone cair por falta de bateria é raro. Perder o vídeo porque o celular desligou no meio é comum.
Espere os satélites travarem. Decolar sem GPS firme tira o retorno automático e a estabilização — justo as duas coisas que salvam quando algo dá errado.
Marcar isso no papel some. No DroneDocs cada voo fica salvo com data, local e aeronave, e você consulta depois.
Começar agoraChão firme e limpo. Pouso na grama alta ou na areia solta é o jeito mais comum de entrar sujeira nos motores.
Antes de encostar a mão. A maior parte dos cortes de hélice acontece no chão, com o piloto achando que já acabou.
Bateria quente na mochila fechada é o começo de problema. Deixe baixar a temperatura antes de guardar.
É agora que se acha a trinca que você não quer descobrir no voo seguinte, com o cliente esperando.
A trava existe pro transporte. Sem ela, o solavanco do carro é o que desalinha a câmera.
Sensor de obstáculo sujo deixa de enxergar, e a lente suja só aparece quando você está vendo o material em casa.
Ainda no local ou assim que chegar. Cartão de memória não é lugar de arquivo; é lugar de passagem.
Anote qualquer coisa fora do normal, mesmo sem dano: perda de sinal, alerta no app, pouso de emergência. É o que te ajuda a entender um defeito que aparece semanas depois.
Umidade estraga mais drone do que queda. Especialmente depois de voo em praia ou perto de cachoeira.
O DroneDocs tem esse checklist pronto, marca o progresso e guarda o histórico de cada voo com data, local e aeronave. E guarda também os documentos que o item 1 pede — os seus e os de cada drone, num QR só.
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